Poesias enviadas
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Post 16 Inserido por Comentário:
Nome: Juliano H. F. Zampieri
De: Piracicaba
EMail: Contacto
E mantendo o aspecto reduzido das poesias a postar, deixo uma terceira, desta vez não tratando de sentimentos, seguida de uma pausa no ato de postar (não vou manipular o site com minhas tantas poesias... deixo para outro dia postar mais coisas)... Detalhe: vale observar que esta poesia está no meu livro publicado através do governo...

Por trás do brilho de toda fortuna, há a sombra de uma mentira

Em cima de uma pilha de ouro
Jaz o semblante alado da promessa
Lançando seu olhar perecedouro
Sobre nós, o pavor incumbe e expressa

Seus olhos jamais
Piscam... Somos animais
Velhos nada mais...

Um olhar fixo, depravado e triste
Mas não tenha pena dessa tristeza
Pois é a saudade cínica que existe
Em usar dor pra motivo de reza

Pois seu ouro repousa em outra pilha
Repousa, sim, numa pilha de ossos
E como seu ouro por demais brilha
Cega e toma o que chamamos de nosso

SOLO

Ela é irredutível e imóvel
Pois tem o coração de pedra, jamais
Se alimenta ou alça vôo ao céu
Por que sua casa não é o lar dos mortais

Sua casa é o lar do amigo imaginário
Dos adultos, Deus, para os “íntimos”
Triste ver merecedores ótimos
Ainda mais triste ouvir diários

Pedidos que ensurdecem... nunca alça
A promessa... só sofre por ser falsa.

(som continua, mas baixinho e é declamado o seguinte

Aleluia: Aleluia: Bras. Zool. Designação comum aos exemplares alados (macho e fêmea) dos insetos isópteros, ou cupins, quando abandonam o ninho para o vôo nupcial, após o qual as fêmeas fecundadas formam novas colônias; arará, cupim, sililuia, siriruia. ~ V. aleluias.

(volume vai aumentando aos poucos)

A raiz que nos prende à essa terra
Que um dia viu operários em guerra
Viu noutro, soldados tomarem destes
O ar que inspirava trabalho celeste

Tal planta adoeceu pois seus guardiões
Deitaram eternamente em berço
Aprisionados pensando que o lençol
Não é bênção, mas de fato, grilhões

Tal cupinzeiro que antes fez o pasto
Viver, agora mata o pau-brasil
Mas lhe resta um digno filho: Aleluia!

Temendo infestar seu casarão vasto
Com cupim, na terra, senhor pastoril
Com muito inseticida, polui-a.

Sobre mim: Autor do livro "O Amor A Morte". À procura de contatos com escritores para desenvolver um projeto relacionado a finalizar a escrita do meu novo livro romance e outro projeto de terminar a estrutura literária de um site que funciona como "livro-jogo". Os escritores piracicabanos que se interessarem em saber mais a respeito, e se sentirem motivados e preparados para atuar como co-autores ou editores nesses dois projetos, por gentileza me contatem.
Ps. postarei algumas outras poesias... em outro dia...
Adicionado: August 6, 2012 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
Post 17 Inserido por Comentário:
Nome: Juliano H. F. Zampieri
De: Piracicaba
EMail: Contacto
Agora uma outra mais técnica (se vc pensar para pensar em como foi escrita, cuidado: seu cérebro pode embolar em um nó - hehe...):

O poeta

Te amo mais que tudo nessa vida
Bandida, esquecerei jamais que não
Há outras melhores que ti, ainda
Claramente tenho plena compreensão

Estou no lugar certo nessa hora
Serve o momento só, pro que Eu sinto
Quando trilho a vida com a senhora
Afloram meus poéticos instintos

Preciosos momentos em comum
Passo atrás da beleza e inteligência
Entregue, meu amor, porque sei que és um
Oceano que me tanto silencia

Sempre que me fizeste suspirar ao
Lembrar que beber não é bastante
Quero mergulhar e vencer o caos
Cruel do que é ser meu amante

Vencendo até meu interior inferno
Afogado à poder ser mais sincero.

Agora, leia ao contrário, verso por verso, adorando pelo avesso.

Sobre mim: Autor do livro "O Amor A Morte". À procura de contatos com escritores para desenvolver um projeto relacionado a finalizar a escrita do meu novo livro romance e outro projeto de terminar a estrutura literária de um site que funciona como "livro-jogo". Os escritores piracicabanos que se interessarem em saber mais a respeito, e se sentirem motivados e preparados para atuar como co-autores ou editores nesses dois projetos, por gentileza me contatem.
Ps. postarei algumas outras poesias...
Adicionado: August 6, 2012 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
Post 18 Inserido por Comentário:
Nome: Juliano H. F. Zampieri
De: Piracicaba
EMail: Contacto
Postarei uma que é digna de ser inscrita em concursos, mas cujo o apreço das pessoas que por aqui buscam justamente coisas como ela, justificam eu pular a burocracia questionável de uma arte poder ser vencedora diante outra...

Aflora de um rico pomar

A brisa, anunciando à fora
Os sabores serão sentidos agora 

Evanescem desatentos da região
Encostas... Arrepiam com seu pólen 
Não só os pássaros, mas todos que beijam
Está perto o tempo onde se colhe

Fartura como na mulher o quadril
Flor e haste, suaste até que gruda
Túmida a língua sem pronúncia, muda
Preenchendo das papilas, o seu vazio

Em cada flor de amora. Ele dança
Em maçãs verdes... Em calda de cópula
Em nossas papilas, como lembrança
De um gosto impossível que polula

O que antes fora flor, com o tempo
Agora aflora povoando o templo
Com formas menos mortas mais imortais
Aromas, raiando comas mais frugais

Vinga o desejo por quem é tido
Por bem querer pétalas, carne e suco
O triunfo e espólios da terra provindos
Venta por sobre onde antes algo machucou

Como ao descaber num quarto de infarto
Gabasse a Verdade por ser mais pura
Intrometida ao mal querer a Cura...
Feliz após beijar seus lábios fartos.

Sobre mim: Autor do livro "O Amor A Morte". À procura de contatos com escritores para desenvolver um projeto relacionado a finalizar a escrita do meu novo livro romance e outro projeto de terminar a estrutura literária de um site que funciona como "livro-jogo". Os escritores piracicabanos que se interessarem em saber mais a respeito, e se sentirem motivados e preparados para atuar como co-autores ou editores nesses dois projetos, por gentileza me contatem.
Ps. postarei algumas outras poesias...
Adicionado: August 6, 2012 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
Post 19 Inserido por Comentário:
Nome: IVONE VEBBER
De: CAXIAS DO SUL
EMail: Contacto
beleza de poesia
participe do ALMANAQUE CULTURAL

veja no google
-vone333
Adicionado: June 4, 2012 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
Post 20 Inserido por Comentário:
Nome: Beatriz Chicanelli Sanches
De: Cuiabá-MT
EMail: Contacto
A TERRA
Quando chove, a terra fica bem molinha
Da terra tiramos os alimentos
Lá vem os filhinhos da senhora patinha
O vizinho da terra é o senhor dos ventos

Mas, do sol ela gosta
Para os frutos dar
Sua felicidade ela mostra
E os frutos ela vai provar.
Adicionado: June 1, 2012 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP

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