Poesias enviadas
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Post 26 Inserido por Comentário:
Nome: CARLOS SILVA
De: ITAMIRA-BAHIA
EMail: Contacto
COISAS QUE AGENTE FALA

Eita cabra veio, dizedor de coisas tão nossas feito balas cruas rasgando a caatinga almejada por Antonio arrudiado de Conselheiro, com seus Canudos de sonhos e brisas do vaza que vaza os barris da nossa poesia.

Sois um prato abarrotado de viveres alimentares, donde jorram sonhos tão puros feito peido de crianças inda a rastejar as primeiras balbucias dos seus verbos tão puros.

Estonteantes. são as estrondosas rimas que acampam e remontoam tua inspiração, ao dizer que és filho duma Pátria humilde, mãe de tantos orfãos amedrontados pelo algoz da comandante voz, estalando chicoteadas verves, ensopando panos frios de luares em busca do prato prateado do sal da esperança.

Brota aos olhos dos almejantes sonhadores, um taco de rima, um pedaço de verso, uma cuia de trovas penduradas nas arvores do pensar do menestrel solitário.

Tenho medo de medir o mundo sem a metrificação dos pensares, e dos dizeres matutais da nossa gente que sonha e anseia no seio da morte vida Severina de tantos penares.

Rasga sertão tua placenta e expõe tuas crias nuas e famintas de verdades, a tantos olhos que não querem te ver.

Eita lasca de verso torto,embriagando a sutileza do pensar poetico do caminhador por cima de pedras tortas e bafos espinhosos de incertezas.

Eita sertão bonito, eita povo abastado de bunitanças tão nossas.Issoé o meu Brasil abrasilantando o meu dizer tão meu, tão puro e tão nosso.
Adicionado: December 20, 2011 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
Post 27 Inserido por Comentário:
Nome: João Alberto Di Sandro
De: Colegiado Academico Piracicaba
EMail: Contacto
Regresso ao lar antigo.
João Alberto Di Sandro

Hoje, estou regressando ao lar antigo,
Que entre soluços um dia eu parti.
Deixei minha família e um cão amigo,
Que por muitos anos com eles convivi.

Conter as lágrimas eu não consigo,
Pois a minha infância se passou aqui...
Passaram-se os anos, porém ficou retido
Os momentos, que com todos eu vivi.

Hoje, já velho, com o coração exaurido
Das crueldades, que pela vida eu conheci
Convivendo com um mundo desiludido,

Diferente do ensinamento que aqui aprendi.
Porém, o velho coração até aqui empedernido,
Reviveu com tudo que novamente aqui eu vi.
Adicionado: November 23, 2011 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
Post 28 Inserido por Comentário:
Nome: Alceu Brito Correa
De: Brasília/DF
EMail: Contacto
ZZZZZZZZ

passou-me pela mente
com a rapidez de uma espaçonave
(ou como a efêmera chama de um fósforo)

vislumbrei entre visões
de “Lunics” e “Espaçonics”
(ou entre caatingas secas e esqueletos de rês)
A tele-imagem do computado universo finito
(ou o bem próximo objeto desajustado – o mundo que hoje fito)
aí, a estupidez se fez em mim
o tédio em todos

os segredos de um “Eletroncar”
(ou de um simples vagão da Central)
e os de um “Transislocomotobotão”
(ou de uma simples Alpargata)
se desvaneceram, se dissiparam

o Cosmos ficou sendo Zona de “Veranics”
(ou Punta d`El Leste accessível a todos)
O Sol foi deposto por um eletrônico golpe de “Stadonic X”
substituído por uma “Star Light – General Eletronic”
(ou o que era grátis passou a ser pago em impostos)

todas as pessoas se equiparam com “pensamentotransistor”
se comunicavam e se entendiam em qualquer idioma
e não brigavam!
(ou o sonho dos poetas se realizava)
e se decompunham em “protonics” e “eletronics”
já que nada mais havia que soubessem fazer!
Adicionado: November 16, 2011 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
Post 29 Inserido por Comentário:
Nome: Alceu Brito Correa
De: Brasília/DF
EMail: Contacto
Reflexões

de que me adianta teu sorriso
tua voz, teu olhar, teu corpo
teu jeito, assim, sozinha
às vezes tuas mãos nas minhas
teus ais e teus lindos cabelos
se a ti , jamais, poderei dar
nada mais além deste meu ardente amor!
Adicionado: November 16, 2011 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP
Post 30 Inserido por Comentário:
Nome: João Alberto Di Sandro
De: Colegiado Acadêmico do Clube
Pobre flor
João Alberto Di Sandro

Entre as sementes no jardim semeadas,
Uma flor no meio de centenas se destacou.
Seu porte esbelto, suas pétalas delineadas,
Era pura beleza o botão que desabrochou.

Ao seu lado, outras tantas, também delicadas,
Enfeitavam o canteiro que o jardineiro plantou.
Multicoloridas, desde as azuis às encarnadas
Adornavam a “flor”,que a natureza ali colocou.

A brisa amena soprava as flores ali plantadas,
Refrescando a terra que o sol quente ressecou,
Fazendo as folhinhas ficarem desidratadas.

No horizonte, um forte barulho no céu ecoou...
Veio uma chuva forte provocando enxurrada,
Levando o que ali existia. Até a flor soçobrou.
Adicionado: September 13, 2011 Responder a esta entrada  Apagar esta entrada  Ver IP

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